quarta-feira, 17 de outubro de 2012

LEI DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA AFAGO.

LEI Nº 2478, DE 29 DE AGOSTO DE 2007.


DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA A ASSOCIAÇÃO DAS FAZENDEIRAS AMIGAS GUERREIRAS E OTIMISTAS - AFAGO.


O PREFEITO MUNICIPAL DE BIGUAÇU, FAÇO SABER QUE A CÂMARA DE VEREADORES APROVOU E EU SANCIONO A SEGUNTE LEI:

Art. 1º -
Fica declarada de utilidade pública a Associação das Fazendeiras Amigas Guerreiras e Otimistas - AFAGO, com sede neste Município, Estrada Geral Fazenda de Dentro, s/n.º.

Art. 2º -
À Entidade de que trata o artigo anterior, ficam assegurados todos os direitos e vantagens da Legislação vigente.

Art. 3º -
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Biguaçu, 29 de agosto de 2007.

Vilmar Astrogildo Tuta de Souza
Prefeito Municipal

Lei autoriza AFAGO a receber recursos

LEI Nº 2954, 14 DE SETEMBRO DE 2010.


AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A FIRMAR CONVÊNIO COM A ASSOCIAÇÃO DE FAZENDEIRAS AMIGAS GUERREIRAS E OTIMISTAS - AFAGO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.



O PREFEITO MUNICIPAL DE BIGUAÇU, FAZ SABER QUE A CÂMARA DE VEREADORES APROVOU E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:


Art. 1º -
Fica o Chefe do Poder Executivo Municipal autorizado a firmar convênio com a Associação de Fazendeiras Amigas Guerreiras e Otimistas - AFAGO, associação sem fins lucrativos, no valor de R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais), a ser pago através de 06 (seis) parcelas mensais, sendo que a primeira no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) e as outras cinco no valor correspondente a R$ 500,00 (quinhentos reais) cada uma, objetivando o auxílio à produção e comercialização de produtos artesanais como projeto social e comunitário.


Art. 2º -
Fica a Associação de Amigas Guerreiras e Otimistas - AFAGO responsável pela prestação de contas ao Município, no prazo de 30 (trinta) dias após o recebimento de cada parcela dos recursos.


Art. 3º -
O Convênio deverá prever, também, que a Administração Pública, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Aqüicultura, acompanhará e supervisionará a execução dos eventos.


Art. 4º -
As despesas decorrentes do convênio correrão por conta de dotação específica consignada no Orçamento do Município para o corrente exercício.


Art. 5º -
Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.


Biguaçu, 14 de setembro de 2010.


José Castelo Deschamps

Prefeito Municipal

Sancionada em 14/09/2010

Reg. e publ.n/data

Marivalde Inêz Kons

Escriturária

Como Chegar AFAGO


Como Chegar AFAGO

R ESTRADA GERAL, SN - BIGUACU - SC

http://www.maplink.com.br/como-chegar-afago_C40593574F0F4E0F4B

AFAGO Faz reunião com Prefeitura de Biguaçu



Reunião AFAGO- Porque Biguaçu não pode Parar.

Zenaide, Katia e a professora e artesã Silvia que ministra a qualificação das mulheres , através da CITEB uma parceria de incentivo as artesãs através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do governo CASTELO.

Profissionalização de mão de obra e produtos vira negócio e renda

 Programa do Governo Municipal visa qualificar produtos, criar uma identidade e gerar renda a famílias da cidade

 Fotos Washington Fidélis

Reciclar papeis e transformar a matéria prima em caixas de presentes, convites de casamento, agendas e quadros de parede é uma atividade que o grupo Afago (Associação das Fazendeiras, Amigas, Guerreiras e Otimistas), do bairro Fazenda, em Biguaçu, realiza há pelo menos cinco anos. Mas o que é feito apenas como terapia, entusiasma as artesãs com a possibilidade de ser profissionalizado, gerando empregos e renda. Essas e outras atividades desenvolvidas no município, como artesanatos, cultivo de plantas ornamentais, fruticultura, turismo rural e gastronomia, serão organizados e transformados em negócios, através do programa Geração de Emprego e Renda, do Governo de Biguaçu.
A novidade anunciada na última semana encheu de esperança as agricultoras do grupo Afago, que nas horas extras de trabalho no campo, produzem seus artesanatos junto às amigas. A reciclagem, que antes era a principal atividade feita pelo grupo, perdeu espaço para a costura, por conta da falta de oportunidades. “Temos um armário cheio de material que produzimos com o papel reciclado, que nós mesmas fizemos. Não temos onde vender e precisamos qualificar o nosso trabalho. Por isso, largamos e fomos para a costura”, diz Zenaide Maria Amorim Pereira, 59.
Em uma salinha anexa à Unidade de Saúde no bairro, elas se encontram quando há demanda de serviços. “Temos vontade, máquinas de costuras e todos os materiais para investir na reciclagem. Se essa qualificação e apoio na venda vierem, acredito que pode ser a nossa fonte de renda”, diz a artesã Roseli Vanda Nau, 50. Ela comemora que o marido agricultor, Antônio Nau, também poderá ser beneficiado com o programa. “Cultivamos banana e maracujá. Pelo que sei a ideia é oferecer esses produtos prontos, em compotas e polpa, aumentando a oportunidade de renda”, conta Nau.


Qualificação e identidade
O secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação Tecnológica, João Braz da Silva, explica que os primeiros passos do programa serão a qualificação de profissionais, a criação de uma identidade aos produtos e a prestação de consultorias. “Temos parcerias com o Sebrae, Univali, IFSC e Citeb, que vão dar consultorias e qualificar profissionais e produtos. Vamos criar um selo de qualidade e dar uma embalagem adequada ao negócio”, explica Braz.
No caso do artesanato, a proposta é que através do curso design de moda, do Sebrae, as peças sejam mais bem preparadas e apresentadas. “Queremos dar uma identidade aos produtos. Que todos tenham uma etiqueta, mostrando por quem e onde é produzido, com uma embalagem bem apresentável, pronta para à venda”, observa o secretário. A ideia é expor e comercializar os produtos no Museu Etnográfico – Casa dos Açores, em São Miguel.


Via gastronômica
Outro setor que faz parte do projeto é a via gastronômica do balneário de São Miguel. O local, que é referência na região pelos pratos elaborados à base de furtos do mar, também deve receber qualificação. “Vamos ver quais serviços precisam ser melhorados, como qualificar cozinheiros e garçons. A ideia é credenciar esses restaurantes, mostrando que a casa é associada e tem o símbolo de qualidade aprovado do município”, antecipa João Braz.
Para o proprietário do restaurante Miramar, em São Miguel, Odilon José de Simas, 55, a proposta é vista de forma positiva. “Todo mundo vai sair ganhando, município, empresários e turistas”, opina. Para o cozinheiro, Marco Aurélio Situba, 38, novas técnicas para aperfeiçoamento dos pratos são bem-vindas. “Já fizemos o uso de pouca gordura e de temperos especiais. Vamos ver o que vão poder nos acrescentar”, diz ansioso. Com 28 anos de profissão, o garçon Rogério Boppré, 59, pensa na geração de emprego. “Acho que será o diferencial qualificar os garçons que estão começando”, opina o garçon, que dá a receita para satisfazer o cliente, “simpatia, educação e muito jogo de cintura”, ensina.

na AFAGO Projeto papel reciclado: Fonte de renda e desenvolvimento social

Projeto elaborado pela Fundação Centro de Inovação e Tecnologia de Biguaçu – CITeB, é aprovado pela Eletrosul para patrocínio. Este projeto é destinado às artesãs do grupo AFAGO e tem por finalidade a capacitação em aperfeiçoamento e design no papel reciclado. A AFAGO (Associação das Fazendeiras Amigas, Gerreiras e Otimistas) é localizado no bairro da Fazendinha em Biguaçu, onde esse grupo teve início do projeto no final de Abril de 2012 e terá num período de 6 meses de acompanhamento com profissionais para desenvolver e aprimorar novos conhecimentos em papel reciclado como forma de renda e desenvolvimento social.


Uma Realização:

AFAGO participou de Feira da Agricultura Familiar


Produtores rurais do município de Biguaçu estiveram presentes na Feira da Agricultura Familiar (FAF), realizada em Joinville. O evento, que ocorreu no início deste mês, foi promovido pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA).
Biguaçu foi representada pela Associação das Fazendeiras Amigas, Guerreiras e Otimistas (AFAGO), entidade formada por mulheres agricultoras para melhoria de renda e autoestima. Para o evento, a associação levou produtos confeccionados pelas agricultoras de maneira artesanal, entre eles molduras, porta-retratos e caixas de presentes de papel reciclado e fibras naturais, como folhas de bananeira, flores, capim, palhas de arroz, de cana e de milho, além de bordados feito a mão. O município também contou com a representação de Valdir Casarotto e sua esposa Noeli, que trabalham com o cultivo de plantas ornamentais.
A Secretária de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Aquiculura, Conceição Hermíninia Richartz Miranda, explicou que expositores de diversos estados brasileiros estiveram presentes na feira e que a troca de experiências é importante para a continuidade e melhoria dos projetos voltados aos agricultores do município. A Secretária agradeceu o apoio da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Estado de Santa Catarina (FETAESC) e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Biguaçu, que possibilitou a presença do município neste evento de repercussão nacional.




A Prefeitura de Biguaçu, através da Secretaria de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Aquicultura, em parceria com a EPAGRI, realizou no dia 03/05/2012, uma excursão técnica ao município de Pomerode para conhecer os trabalhos na área de produção e comercialização de artesanato. Na oportunidade, 43 mulheres participantes dos grupos organizados das comunidades rurais e pesqueiras de Biguaçu conheceram o processo de comercialização do artesanato pomerano.
A extensionista da EPAGRI de Pomerode, Roberta Ramos, recepcionou o grupo fazendo um breve relato sobre a cultura do município e a produção do artesanato local. Roberta ainda mostrou alguns pontos de comercialização dos produtos artesanais na cidade.
Segundo a extensionista da Epagri de Biguaçu, Cilana Actéia Bertoncini, o objetivo foi conhecer o artesanato de uma outra região, o processo de comercialização e trocar experiências na área. “O projeto com grupos organizados de mulheres, busca o desenvolvimento humano, social e econômico das mulheres da área rural e pesqueira de Biguaçu”, explica Cilana.
Os grupos organizados que contaram com o apoio da Prefeitura de Biguaçu e participaram da excursão foram os seguintes: “Grupo Esperança” da comunidade de São Mateus, “Grupo Mãos de Fada” da comunidade da Limeira, ”Grupo Renascer” da comunidade da Praia João Rosa e “Grupo Amigas de São Miguel” da comunidade de São Miguel.
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